ANA
ASTROLOGIA CLÁSSICA
& VIDA MODERNA
Destaques Eletivos da Semana (01 a 07 de Março)

A semana começa com uma energia de conclusão e transição, exigindo atenção redobrada com as iniciativas.

No domingo 1 de março, sem aspectos perfeitos, mas a Lua seguindo para oposição a Marte. Oposição em graus finais elevando a tensão no domingo e segunda feira.

Confira os principais movimentos:

1 - Ingresso de Vênus em Áries: A semana já inicia com este movimento, trazendo uma mudança na forma como lidamos com nossos desejos e relações.


2 - Ingresso de Marte em Peixes: Na segunda-feira, às 11:16, Marte deixa o signo de Aquário e entra em Peixes. Enquanto em Aquário o clima era mais rebelde e tenso, a entrada em Peixes altera o perfil da ação e luta. Esta é uma posição sem direção definida, e incomum no emprego da forca. Peixes é signo mutável, Marte aqui dispersa o movimento em várias frentes. Tumultua.


3 - Eclipse Lunar em Virgem: O grande evento da semana é o Eclipse Lunar (fase cheia), que ocorre na terça-feira às 08:38. A influência deste eclipse já começa a ser sentida gradualmente desde a manhã de segunda-feira, aumentando o impacto da oposição entre o Sol e a Lua.

Este eclipse movimenta os assuntos e movimentos coletivos de infraestrutura, saúde pública, partidos políticos e organizações de classe, empregos e empregados.

Dica para a semana: O domingo e o início da segunda-feira podem ser marcados por um clima tenso e propenso a discussões ou imprevistos devido a uma oposição entre a Lua e Marte. Evite grandes iniciativas nesses dias e tente manter a flexibilidade conforme a Lua avança por Virgem.

Esta semana tem poucos momentos auspiciosos para as iniciativas e longos períodos sem aspectos.

Quer ver as reflexões semanais completas dia a dia? Acesse o canal Astrologia Clássica no Youtube. Pegue o link nos destaques.


Ilustração de Mariana Pavlova

#astrologia #astrologiaclassica #anarodrigues_astrologa
Destaques Eletivos da Semana (01 a 07 de Março) A semana começa com uma energia de conclusão e transição, exigindo atenção redobrada com as iniciativas. No domingo 1 de março, sem aspectos perfeitos, mas a Lua seguindo para oposição a Marte. Oposição em graus finais elevando a tensão no domingo e segunda feira. Confira os principais movimentos: 1 - Ingresso de Vênus em Áries: A semana já inicia com este movimento, trazendo uma mudança na forma como lidamos com nossos desejos e relações. 2 - Ingresso de Marte em Peixes: Na segunda-feira, às 11:16, Marte deixa o signo de Aquário e entra em Peixes. Enquanto em Aquário o clima era mais rebelde e tenso, a entrada em Peixes altera o perfil da ação e luta. Esta é uma posição sem direção definida, e incomum no emprego da forca. Peixes é signo mutável, Marte aqui dispersa o movimento em várias frentes. Tumultua. 3 - Eclipse Lunar em Virgem: O grande evento da semana é o Eclipse Lunar (fase cheia), que ocorre na terça-feira às 08:38. A influência deste eclipse já começa a ser sentida gradualmente desde a manhã de segunda-feira, aumentando o impacto da oposição entre o Sol e a Lua. Este eclipse movimenta os assuntos e movimentos coletivos de infraestrutura, saúde pública, partidos políticos e organizações de classe, empregos e empregados. Dica para a semana: O domingo e o início da segunda-feira podem ser marcados por um clima tenso e propenso a discussões ou imprevistos devido a uma oposição entre a Lua e Marte. Evite grandes iniciativas nesses dias e tente manter a flexibilidade conforme a Lua avança por Virgem. Esta semana tem poucos momentos auspiciosos para as iniciativas e longos períodos sem aspectos. Quer ver as reflexões semanais completas dia a dia? Acesse o canal Astrologia Clássica no Youtube. Pegue o link nos destaques. Ilustração de Mariana Pavlova #astrologia #astrologiaclassica #anarodrigues_astrologa
2 dias ago
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Eclipses lunares atingem mais o povo do que os solares. Este do dia 3 de março mais ainda porque ocorre em um signo humano, Virgem (simbolizado por uma mulher) .

Dentre o que podemos perceber estão sensação de cansaço ou insônia, incômodos físicos.

Os temas de saúde pública, infraestrutura de fornecimento de serviços básicos gerais, movimentos em partidos políticos, instituições de classe.

#astrologiaclassica #astrologia #anarodrigues_astrologa #astrologiatradicional #eclipselunar
Eclipses lunares atingem mais o povo do que os solares. Este do dia 3 de março mais ainda porque ocorre em um signo humano, Virgem (simbolizado por uma mulher) . Dentre o que podemos perceber estão sensação de cansaço ou insônia, incômodos físicos. Os temas de saúde pública, infraestrutura de fornecimento de serviços básicos gerais, movimentos em partidos políticos, instituições de classe. #astrologiaclassica #astrologia #anarodrigues_astrologa #astrologiatradicional #eclipselunar
3 dias ago
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A Sinastria como Evidência, não Veredito

Muitos buscam a Sinastria como uma ferramenta de adivinhação sentimental: "Vou ser feliz com essa pessoa?". No entanto, na Astrologia Tradicional, a abordagem era muito mais objetiva e fundamentada na Astrologia Natal.

Diferente da prática contemporânea, que criou um "ramo" isolado para relacionamentos, autores como Vettius Valens (Séc. II) tratavam a interação entre mapas de forma pontual e pragmática.

Valens não fazia "leituras de sinastria" para medir compatibilidade amorosa. Ele observava testemunhos cruzados. Em sua Antologia, ele relata casos onde:

1. As promessas de fortuna ou declínio na carta de um pai eram confirmadas na carta do filho.

2. As tendências de saúde ou destino de um marido encontravam ecos exatos na carta da esposa.

Para os antigos, a sinastria era uma extensão do julgamento da vida do nativo. Se o seu mapa não promete estabilidade conjugal, não há "Vênus em trígono" com Vênus do outro que mude essa fundação. O foco era entender como duas vidas se entrelaçavam em eventos concretos, e não apenas em afinidades psicológicas.

A divulgação equivocada da astrologia transformou a sinastria em um sistema complexo de aspectos que, isolados do contexto natal, tornam-se ineficazes. Perdemos a simplicidade técnica em troca de uma "química astral" que muitas vezes não resiste ao tempo.

A sinastria serve para observar como dois destinos caminham juntos, mas ela nunca deve ignorar a promessa individual de cada carta.

#astrologia #astrologiaclassica #astrologiatradicional
A Sinastria como Evidência, não Veredito Muitos buscam a Sinastria como uma ferramenta de adivinhação sentimental: "Vou ser feliz com essa pessoa?". No entanto, na Astrologia Tradicional, a abordagem era muito mais objetiva e fundamentada na Astrologia Natal. Diferente da prática contemporânea, que criou um "ramo" isolado para relacionamentos, autores como Vettius Valens (Séc. II) tratavam a interação entre mapas de forma pontual e pragmática. Valens não fazia "leituras de sinastria" para medir compatibilidade amorosa. Ele observava testemunhos cruzados. Em sua Antologia, ele relata casos onde: 1. As promessas de fortuna ou declínio na carta de um pai eram confirmadas na carta do filho. 2. As tendências de saúde ou destino de um marido encontravam ecos exatos na carta da esposa. Para os antigos, a sinastria era uma extensão do julgamento da vida do nativo. Se o seu mapa não promete estabilidade conjugal, não há "Vênus em trígono" com Vênus do outro que mude essa fundação. O foco era entender como duas vidas se entrelaçavam em eventos concretos, e não apenas em afinidades psicológicas. A divulgação equivocada da astrologia transformou a sinastria em um sistema complexo de aspectos que, isolados do contexto natal, tornam-se ineficazes. Perdemos a simplicidade técnica em troca de uma "química astral" que muitas vezes não resiste ao tempo. A sinastria serve para observar como dois destinos caminham juntos, mas ela nunca deve ignorar a promessa individual de cada carta. #astrologia #astrologiaclassica #astrologiatradicional
4 dias ago
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Na doutrina clássica, a retrogradação não é mero contratempo, mas uma debilidade acidental severa. É o estado do planeta que, assemelhando-se a um homem enfermo e vacilante, caminha contra a ordem natural do Zodíaco.

Mercúrio em Peixes habita simultaneamente seu Detrimento e Queda. Ali, sua natureza seca e racional é afogada pela umidade excessiva do signo. Ao tornar-se Retrógrado, sua virtude é corrompida: ele perde a saúde, a direção e a força para cumprir o que promete.

Hermes, o mensageiro, encontra-se em território estrangeiro e hostil. Como um nauta sem bússola em mar revolto, suas palavras tornam-se vagas e seus julgamentos, imprecisos. A razão é subjugada pela fantasia.

Segundo os mestres medievais, um planeta nesta condição indica que o objeto da questão será demorado, destruído ou exigirá penosa repetição. O que é iniciado sob este céu raramente alcança sua perfeição original.

Sendo Peixes um signo de Água e, portanto, mudo, a comunicação torna-se falha ou oculta. O intelecto foca no invisível, mas tropeça no que é manifesto.

O planeta retrógrado em sua queda é incapaz de levar seus assuntos a um bom termo. É tempo de cautela nos contratos e silêncio nas deliberações, pois a promessa deste Mercúrio é instável como a espuma do mar.

É importante recordar que, na abóbada celeste, nenhuma condição subsiste isolada. O firmamento não é um tribunal de sentenças únicas, mas uma composição vasta e intrincada.

Embora Mercúrio se encontre em sua maior penúria, ele é apenas uma voz em um coro. Como em uma peça musical, uma nota dissonante não destrói a obra; ela exige, apenas, uma condução mais atenta do maestro.

Não cabe o desespero. Se outros luminares ou planetas benéficos lançam seus raios de proteção, a debilidade de Mercúrio pode ser mitigada. O céu é um organismo vivo; onde há sombra em um signo, pode haver luz e suporte em outro.

O sábio não teme o movimento dos astros, mas aprende a navegar conforme a maré. Respeite o tempo da mudez e da incerteza, mas saiba que a ordem do cosmos jamais se perde. 

#astrologia #astrologiaclassica #astrologiatradicional #mercurioretrogrado
Na doutrina clássica, a retrogradação não é mero contratempo, mas uma debilidade acidental severa. É o estado do planeta que, assemelhando-se a um homem enfermo e vacilante, caminha contra a ordem natural do Zodíaco. Mercúrio em Peixes habita simultaneamente seu Detrimento e Queda. Ali, sua natureza seca e racional é afogada pela umidade excessiva do signo. Ao tornar-se Retrógrado, sua virtude é corrompida: ele perde a saúde, a direção e a força para cumprir o que promete. Hermes, o mensageiro, encontra-se em território estrangeiro e hostil. Como um nauta sem bússola em mar revolto, suas palavras tornam-se vagas e seus julgamentos, imprecisos. A razão é subjugada pela fantasia. Segundo os mestres medievais, um planeta nesta condição indica que o objeto da questão será demorado, destruído ou exigirá penosa repetição. O que é iniciado sob este céu raramente alcança sua perfeição original. Sendo Peixes um signo de Água e, portanto, mudo, a comunicação torna-se falha ou oculta. O intelecto foca no invisível, mas tropeça no que é manifesto. O planeta retrógrado em sua queda é incapaz de levar seus assuntos a um bom termo. É tempo de cautela nos contratos e silêncio nas deliberações, pois a promessa deste Mercúrio é instável como a espuma do mar. É importante recordar que, na abóbada celeste, nenhuma condição subsiste isolada. O firmamento não é um tribunal de sentenças únicas, mas uma composição vasta e intrincada. Embora Mercúrio se encontre em sua maior penúria, ele é apenas uma voz em um coro. Como em uma peça musical, uma nota dissonante não destrói a obra; ela exige, apenas, uma condução mais atenta do maestro. Não cabe o desespero. Se outros luminares ou planetas benéficos lançam seus raios de proteção, a debilidade de Mercúrio pode ser mitigada. O céu é um organismo vivo; onde há sombra em um signo, pode haver luz e suporte em outro. O sábio não teme o movimento dos astros, mas aprende a navegar conforme a maré. Respeite o tempo da mudez e da incerteza, mas saiba que a ordem do cosmos jamais se perde.  #astrologia #astrologiaclassica #astrologiatradicional #mercurioretrogrado
5 dias ago
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Quando nos referimos às diferenças entre a Astrologia Ocidental e a Astrologia Indiana, um dos argumentos mais fortes dos astrólogos que praticam a Astrologia Indiana é justamente a de que esta é a verdadeira astrologia, é sagrada, pois foi recomendada por divindades nos Vedas, livro sagrado para os hindus.

Como ponto de partida é importante mencionar que o termo “védico” foi acrescentado ao tema Astrologia com o intuito de associá-la como algo divino, vindo dos deuses, mas que a Astrologia Indiana que se pratica hoje, não foi ensinada nos Vedas.

O termo védico é associado ao período de 4000 AEc, quando os Vedas (coletânea de 4 livros sagrados e dois adendos) eram a forma a base da filosofia de vida indiana. Os livros que compõem os Vedas são:

  • Shiksha (śikṣā): fonética e fonologia (sandhi)
  • Chandas (chandas): métrica
  • Vyakarana (vyākaraṇa): gramática
  • Nirukta (nirukta): etimologia
  • Jyotisha (jyotiṣa): astrologia e astronomia, lidando particularmente com os dias auspiciosos para a realização de sacrifícios.
  • Kalpa (kalpa): rituais

Mas quando buscamos as informações astrológicas no Vedas, no livro Jyotisha Vedanga há pouca menção a temas astrológicos. E as que surgem ao longo do livro, não têm relação com o que é praticado hoje.

A astrologia védica atual é natal, para se idenficar as promessas da vida de um nativo, assim como na Astrologia ocidental. Ao observar os Vedas, vemos que a astrologia praticada naquela época servia especialmente como calendários para toda a sociedade. Ou seja, avaliar caráter, e promessas da vida individual não era um objetivo dos Vedas.

Seguindo no fluxo da História, temos os Puranas, outro texto clássico indiano, onde são citados detalhes do mapa natal de Krsna, e em outras obras posteriores, o livro astrológico Bṛhat-parāśara-horā-śāstra que afirmam ser uma revelação pelo vidente védico Parāśara. Estas passagens dos Puranas que também citam o zodíaco, podem ser datadas, pois indicam em seus textos os equinócios iniciando em Áries e Libra.

अष्टम्यां श्रावणे मासे कृष्णपक्षे महातिथौ
रोहिण्यामर्धरात्रे कृष्णः च रामः सुधांशोरुदये तथा
aṣṭamyāṃ śrāvaṇe māse kṛṣṇapakṣe mahātithau
rohiṇyām ardharātre CA sudhāṃśor udaye tathā

“[Kṛṣṇa nasceu] o grande dia: a 8ª fase da parte minguante do mês de Śrāvana. Rohiṇī surgiu com a lua à meia-noite. ”

Na realidade, a parte mais antiga deste trabalho foi escrita a cerca de 1400 anos atrás, e não era conhecido pelos astrólogs indianos até aproximadamente 1980. Outros textos antigos são atribuídos entre eles Varāhamihira e Āryabhaṭa, o Sūryasiddhānta, o Yavanajataka e um texto intitulado Gargasaṃhitā, todos elaborados no séc Iec.

O que percebemos então é que a Astrologia Védica praticada hoje é um mix dos conceitos astrológicos advindos das culturas egípcia, grega e mesopotâmica, do que propriamente dos Vedas.

O que é considerado nos Vedas é a utilização do shatras, posição da lua nas 27 ou 28 mansões lunares, bem como nas fases lunares, eclipses, solstícios e equinócios. Os planetas não tinham nenhum papel, não eram mencionados, os signos do zodíaco tampouco. As observações do céu eram importantes somente para os cultos e sacrifícios, como é declarado expressamente no Vedā Gajyotiṣa, o livro de texto o mais velho na astronomia e no cálculo do calendário.

A QUESTÃO DAS ESTAÇÕES DO ANO

As estações do ano são ignoradas quando se utiliza o zodíaco sideral, o zodíaco que é empregado nos cálculos da Astrologia Védica atual. Uma das críticas mais fortes dos astrólogos védicos atuais aos astrólogos que utilizam o zodíaco tropical, é justamente o fato de seguirmos as estações do ano no zodíaco tropical, e não as constelações do zodíaco. Curiosamente, percebemos uma nítida importância atribuída pelos hindus antigos às datas dos cultos baseados nas estações. Em várias obras antigas da Índia há traços desta importância. Satapathabrāhmaṇa 6.7.1.18 diz que o ano é baseado nas estações. De acordo com Aitareyabrāhmaṇa, o solstício de verão é o ponto médio do ano. O texto descreve um método para determinar a data do Solstício por observações do Sol. Em ambos os solstícios foram citados como momentos de sacrifícios oferecidos aos deuses. O livro de texto astronômico mais antigos da India, Vedā, Gajyotiṣa ensina que o começo do mês de māgha coincide idealmente com o Solstício do inverno e uma Lua nova no começo da mansão lunar O dhaniṣṭhā.

Controversamente, o fato do zodáico tropical aparecer nas escrituras sagradas indianas leva os astrólogos contemporâneos utilizadores das técnicas indianas a reinvindicar que a Astrologia Helenista é que deriva da Indiana. Porém há comprovação história, documentada em inscrições que atestam a criação do zodíaco pelos mesopotâmios. A representação mais conhecida é a de Gilgamesh, Gilgamesh e o Touro do céu (touro). Representações pictóricas mostram o touro com sete pontos acima do pescoço, representando as Pleiades. Em outras representações as Pleiades aparecem no pescoço do touro. O texto astronômico cuneiforme epinnu (Mul. Apin) lista 17 constelações ao longo da eclíptica.
Plínio, o ancião, Historiae Naturae II. 6, os signos do Zodíaco foram introduzidos por Cleostratos de Tenedos, que viveu por volta de 500 AEC. Euctemon menciona pelo menos as constelações Escorpião e Câncer em seu parapegma.
Em textos cuneiformes do século 5 AEC. também aparece o Zodíaco de 12 signos iguais de 30 ° cada. Este zodíaco foi usado nas teorias matemáticas de órbitas planetárias e no cálculo de efemérides, que começou a ser desenvolvida neste momento.

Se a Astrologia Védica atual não é a mesma praticada nos Vedas, o que ela pode nos fornecer em termos de estudo?

O sistema de previsões védicos contemporâneos são bastante apurados, devido a uitlização de várias maneiras de cronometrar o tempo, e estudar os ciclos.
A Ideia dos Shatras ou ocidentalmente Mansões lunares, que também tem semelhante visão da China, e onde descortinamos uma maneira diferente de observar o zodíaco.

Para concluir eu diria àquele orientador da reunião que participei:

“Estude, e confronte com a História. Contra os fatos nada se pode fazer.”

Fontes:

Hindu Predictive Astrology Varaha Mihira, Bṛhajjātakam 19.2, translation by N. Chidambaram Iyer,

Dieter Koch’s book:”Kritik der astrologischen Vernunft”

Thompson, Richard L. 2004. Vedic Cosmography and Astronomy.

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