ANA
ASTROLOGIA CLÁSSICA
& VIDA MODERNA
Mais uma reflexão sobre o eclipse:

Ontem, um eclipse ocorreu na América do Norte e a internet fervilhou com discussões sobre o fenômeno. Não apenas em textos e artigos dedicados ao eclipse, mas o tema se disseminou de tal forma que até em assuntos aparentemente não relacionados, encontrávamos comentários a respeito.

De acordo com a tradição, os eclipses são considerados indicadores de movimento coletivo. As pessoas na área afetada tendem a experimentar reações, inclusive físicas, especialmente durante eclipses lunares.

No Brasil, não houve um eclipse.

A astrologia baseia-se em parâmetros astronômicos, a maioria remonta as teorias antigas como as ptolomaicas. Em um eclipse solar como o de ontem, devemos considerar a umbra (sombra) da Lua na Terra, que tem uma largura máxima de aproximadamente 270 km e se move a uma velocidade de pelo menos 34 km/minuto para Leste, devido à órbita da Lua em torno da Terra. Portanto, um eclipse solar total só é visível em uma estreita faixa sobre a Terra, chamada de caminho do eclipse. Nas áreas circundantes, ocorre um eclipse parcial, e em outras regiões não há eclipse. Isso explica por que apenas algumas partes da América do Norte conseguiram testemunhar o eclipse.

As regiões que não tiveram um eclipse provavelmente experimentarão um forte ciclo lunar especialmente devido à conjunção com o nodo norte.

Alguns astrólogos contemporâneos seguem a visão tradicional de que se o eclipse ocorrer próximo ao Sol natal, ele é considerado solidário ao indivíduo, trazendo mudanças, enquanto se ocorrer em oposição ao Sol natal, é considerado mais desafiador. Os efeitos em relação a outros pontos ou planetas na carta podem ser significativos, mas geralmente são de menor importância.

É compreensível que todos anseiem por momentos de virada na vida, mas é importante entender que as mudanças não ocorrem da mesma forma para todos. Estamos todos sujeitos às mesmas influências cósmicas, mas cada um vivencia essas influências de maneira única, dentro de seu contexto astrológico pessoal.
#astrologia #astrologiatradicional #astrologiaclassica
Mais uma reflexão sobre o eclipse: Ontem, um eclipse ocorreu na América do Norte e a internet fervilhou com discussões sobre o fenômeno. Não apenas em textos e artigos dedicados ao eclipse, mas o tema se disseminou de tal forma que até em assuntos aparentemente não relacionados, encontrávamos comentários a respeito. De acordo com a tradição, os eclipses são considerados indicadores de movimento coletivo. As pessoas na área afetada tendem a experimentar reações, inclusive físicas, especialmente durante eclipses lunares. No Brasil, não houve um eclipse. A astrologia baseia-se em parâmetros astronômicos, a maioria remonta as teorias antigas como as ptolomaicas. Em um eclipse solar como o de ontem, devemos considerar a umbra (sombra) da Lua na Terra, que tem uma largura máxima de aproximadamente 270 km e se move a uma velocidade de pelo menos 34 km/minuto para Leste, devido à órbita da Lua em torno da Terra. Portanto, um eclipse solar total só é visível em uma estreita faixa sobre a Terra, chamada de caminho do eclipse. Nas áreas circundantes, ocorre um eclipse parcial, e em outras regiões não há eclipse. Isso explica por que apenas algumas partes da América do Norte conseguiram testemunhar o eclipse. As regiões que não tiveram um eclipse provavelmente experimentarão um forte ciclo lunar especialmente devido à conjunção com o nodo norte. Alguns astrólogos contemporâneos seguem a visão tradicional de que se o eclipse ocorrer próximo ao Sol natal, ele é considerado solidário ao indivíduo, trazendo mudanças, enquanto se ocorrer em oposição ao Sol natal, é considerado mais desafiador. Os efeitos em relação a outros pontos ou planetas na carta podem ser significativos, mas geralmente são de menor importância. É compreensível que todos anseiem por momentos de virada na vida, mas é importante entender que as mudanças não ocorrem da mesma forma para todos. Estamos todos sujeitos às mesmas influências cósmicas, mas cada um vivencia essas influências de maneira única, dentro de seu contexto astrológico pessoal. #astrologia #astrologiatradicional #astrologiaclassica
5 dias ago
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Na sessão de membros do canal do YouTube, estamos explorando o fascinante tema da espiritualidade, e surgiu uma questão sobre os temas associados à Casa XII, conhecida como a Casa do Mal espírito.

A Casa XII é frequentemente considerada uma das casas mais complexas e temidas pelos astrólogos. O mal habita esta casa. Segundo muitos dos antigos astrólogos , a presença de planetas importantes nesta casa pode indicar desafios, tristezas, frustrações e até mesmo situações de pobreza. No entanto, vale a pena explorar mais profundamente.

Como a Casa dos Segredos, a Casa XII está intimamente ligada a ambientes fechados, podendo abrigar temas associados a sociedades secretas, ou grupos muito fechados. Mesmo que as atividades realizadas nessas organizações sejam elevadas, qualquer elemento de segredo que as envolva as colocaria sob os temas da Casa XII.

Enquanto monges, padres, rabinos e outros líderes religiosos estão mais associados à Casa IX, a casa das crenças e práticas espirituais em geral.

Recentemente, recebi um convite por e-mail para participar de um retiro budista de 10 dias, durante o qual todos os participantes ficariam desconectados do mundo exterior. Hospedados em um sítio, era proibido o uso de celulares e a comunicação verbal em grande parte dos espaços durante todo o período do retiro. Apesar de ser uma experiência espiritual, e embora os ambientes religiosos estejam mais associados à Casa IX, há a possibilidade de que essa experiência também possa ser colocada na Casa XII, dada a natureza fechada do grupo e do ambiente.

Um dos aspectos mais sombrios associados à Casa XII no contexto espiritual são as feitiçaria e magia maléfica. Os antigos astrólogos associavam esta casa a inimigos ocultos e a influências malévolas, como feitiçaria e espíritos malignos. Alguns astrólogos citam esta casa  como de possessões ou maldições, como é o casao de William Lilly.

A espiritualidade é um tema complexo na astrologia tradicional, carece de fontes. Enquanto a Casa IX representa os temas ligados à compreensão de Deus e ao desenvolvimento espiritual, a forma como os temas se manifestam na vida de um indivíduo podem variar consideravelmente em suas cartas natais.
Na sessão de membros do canal do YouTube, estamos explorando o fascinante tema da espiritualidade, e surgiu uma questão sobre os temas associados à Casa XII, conhecida como a Casa do Mal espírito. A Casa XII é frequentemente considerada uma das casas mais complexas e temidas pelos astrólogos. O mal habita esta casa. Segundo muitos dos antigos astrólogos , a presença de planetas importantes nesta casa pode indicar desafios, tristezas, frustrações e até mesmo situações de pobreza. No entanto, vale a pena explorar mais profundamente. Como a Casa dos Segredos, a Casa XII está intimamente ligada a ambientes fechados, podendo abrigar temas associados a sociedades secretas, ou grupos muito fechados. Mesmo que as atividades realizadas nessas organizações sejam elevadas, qualquer elemento de segredo que as envolva as colocaria sob os temas da Casa XII. Enquanto monges, padres, rabinos e outros líderes religiosos estão mais associados à Casa IX, a casa das crenças e práticas espirituais em geral. Recentemente, recebi um convite por e-mail para participar de um retiro budista de 10 dias, durante o qual todos os participantes ficariam desconectados do mundo exterior. Hospedados em um sítio, era proibido o uso de celulares e a comunicação verbal em grande parte dos espaços durante todo o período do retiro. Apesar de ser uma experiência espiritual, e embora os ambientes religiosos estejam mais associados à Casa IX, há a possibilidade de que essa experiência também possa ser colocada na Casa XII, dada a natureza fechada do grupo e do ambiente. Um dos aspectos mais sombrios associados à Casa XII no contexto espiritual são as feitiçaria e magia maléfica. Os antigos astrólogos associavam esta casa a inimigos ocultos e a influências malévolas, como feitiçaria e espíritos malignos. Alguns astrólogos citam esta casa como de possessões ou maldições, como é o casao de William Lilly. A espiritualidade é um tema complexo na astrologia tradicional, carece de fontes. Enquanto a Casa IX representa os temas ligados à compreensão de Deus e ao desenvolvimento espiritual, a forma como os temas se manifestam na vida de um indivíduo podem variar consideravelmente em suas cartas natais.
2 semanas ago
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No post anterior, discuti os decans egípcios e mencionei como foram fundamentais para o desenvolvimento das mansões lunares e do zodíaco de 12 signos. Um seguidor então perguntou sobre a origem do zodíaco, então vamos explorar esse tema.

A divisão da eclíptica nos 12 signos zodiacais tem suas origens na astronomia babilônica. O zodíaco se fundamenta em um conjunto de estrelas catalogadas pelos babilônios, como o Mu Apin, compilado por volta de 1000 a.C. Este catálogo não apenas descreve as posições das estrelas para as ascensões heliacais, como os decans egípcios, mas também destaca estrelas de grande importância, como a ascensão de Sirius, que demarcava o início do ano, além de outras como Arcturus e Plêiades. Nele, já apareciam os nomes das constelações de Os Gêmeos e O Caranguejo.

Foi por volta do final do século V a.C., que astrônomos babilônios dividiram a eclíptica em 12 “signos” iguais, analogamente aos 12 meses esquemáticos de 30 dias cada. Cada signo continha 30° de longitude celeste, criando assim o primeiro sistema de coordenadas celestes, ideal para fazer previsões sobre a posição dos planetas, e conciliá-lo ao calendário existente.

Este sistema foi levado para a cultura grega por Eudoxus em torno do séc IV aC.

Alguns estudiosos sugerem que o conhecimento do zodíaco babilônico está refletido na Bíblia hebraica, interpretam as criaturas descritas no Livro de Ezequiel (1:10) como representações dos signos fixos do zodíaco (Touro, Leão, escorpião, e Aquário). Outros autores associam as doze tribos de Israel aos signos e ao calendário hebraico lunar.

Na astrologia tropical, os signos zodiacais são distintos das constelações associadas a eles, não apenas por causa da precessão dos equinócios, mas também porque as constelações ocupam diferentes larguras da eclíptica. Portanto, o Sol não transita o mesmo período em cada constelação. Os signos zodiacais são uma abstração, uma simbologia das constelações físicas, cada um representando 1⁄12 do círculo completo, mas o tempo gasto pelo Sol em cada signo varia devido à excentricidade da órbita da Terra.

#astrologiaclassica #astrologiatradicional #anarodrigues_astrologa
No post anterior, discuti os decans egípcios e mencionei como foram fundamentais para o desenvolvimento das mansões lunares e do zodíaco de 12 signos. Um seguidor então perguntou sobre a origem do zodíaco, então vamos explorar esse tema. A divisão da eclíptica nos 12 signos zodiacais tem suas origens na astronomia babilônica. O zodíaco se fundamenta em um conjunto de estrelas catalogadas pelos babilônios, como o Mu Apin, compilado por volta de 1000 a.C. Este catálogo não apenas descreve as posições das estrelas para as ascensões heliacais, como os decans egípcios, mas também destaca estrelas de grande importância, como a ascensão de Sirius, que demarcava o início do ano, além de outras como Arcturus e Plêiades. Nele, já apareciam os nomes das constelações de Os Gêmeos e O Caranguejo. Foi por volta do final do século V a.C., que astrônomos babilônios dividiram a eclíptica em 12 “signos” iguais, analogamente aos 12 meses esquemáticos de 30 dias cada. Cada signo continha 30° de longitude celeste, criando assim o primeiro sistema de coordenadas celestes, ideal para fazer previsões sobre a posição dos planetas, e conciliá-lo ao calendário existente. Este sistema foi levado para a cultura grega por Eudoxus em torno do séc IV aC. Alguns estudiosos sugerem que o conhecimento do zodíaco babilônico está refletido na Bíblia hebraica, interpretam as criaturas descritas no Livro de Ezequiel (1:10) como representações dos signos fixos do zodíaco (Touro, Leão, escorpião, e Aquário). Outros autores associam as doze tribos de Israel aos signos e ao calendário hebraico lunar. Na astrologia tropical, os signos zodiacais são distintos das constelações associadas a eles, não apenas por causa da precessão dos equinócios, mas também porque as constelações ocupam diferentes larguras da eclíptica. Portanto, o Sol não transita o mesmo período em cada constelação. Os signos zodiacais são uma abstração, uma simbologia das constelações físicas, cada um representando 1⁄12 do círculo completo, mas o tempo gasto pelo Sol em cada signo varia devido à excentricidade da órbita da Terra. #astrologiaclassica #astrologiatradicional #anarodrigues_astrologa
3 semanas ago
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Decans, também conhecidos como Faces, são divisões de 10 graus na Astrologia Tradicional. No total, existem 36 dessas divisões, cada uma representando um decanato ou face.

Tanto o termo “decan” quanto os princípios que o originaram remontam à antiga cultura egípcia. Os Decans consistem em 36 conjuntos de estrelas (pequenas constelações) utilizados na astronomia do Egito Antigo para dividir os 360 graus da eclíptica em 36 partes de 10 graus cada, seja para medir a ascensão helíaca, seja para propósitos de cronocracia teúrgica.

Os egípcios antigos utilizavam os decans para medir as horas do relógio. Durante um período de dia todos os decans passam pelo horizonte. Serviam também para marcar o calendário, visto que a cada 10 dias um novo decan desponta no horizonte antes do Sol.

Foram os decans que deram origem a uma divisão lunar de 27 ou 28 estações ou mansões lunares ou ainda nakshatras, e posteriormente contribuíram para o zodíaco de 12 signos.

Foi apenas durante o período helenístico da astrologia que certos significados e regências planetárias foram atribuídos aos decans.

Os decans são mencionados em algumas inscrições egípcias, no Livro de Salomão e em outros tratados herméticos. O astrólogo indiano Varāhamihira e o livro Picatrix associam os decans a certas imagens para propósitos rituais.

No Capítulo IV do livro Matheseos, Firmicus Maternus afirma que um planeta em seu próprio decan possui poderes associados de forma equivalente àqueles de seu domicílio. Essa abordagem faz sentido, considerando que os decans deram origem ao zodíaco que conhecemos hoje.

Em um nível prático, para delineamento, os decans indicam características físicas do indivíduo, tendências a doenças ou deformidades, bem como traços de comportamento. No livro de 1879 “A descrição das faces e graus do zodíaco”, Raphael faz referência às imagens e significados de todos os decans e graus do zodíaco.
#astrologiaclassica #astrologiatradicional #anarodrigues_astrologa
Decans, também conhecidos como Faces, são divisões de 10 graus na Astrologia Tradicional. No total, existem 36 dessas divisões, cada uma representando um decanato ou face. Tanto o termo “decan” quanto os princípios que o originaram remontam à antiga cultura egípcia. Os Decans consistem em 36 conjuntos de estrelas (pequenas constelações) utilizados na astronomia do Egito Antigo para dividir os 360 graus da eclíptica em 36 partes de 10 graus cada, seja para medir a ascensão helíaca, seja para propósitos de cronocracia teúrgica. Os egípcios antigos utilizavam os decans para medir as horas do relógio. Durante um período de dia todos os decans passam pelo horizonte. Serviam também para marcar o calendário, visto que a cada 10 dias um novo decan desponta no horizonte antes do Sol. Foram os decans que deram origem a uma divisão lunar de 27 ou 28 estações ou mansões lunares ou ainda nakshatras, e posteriormente contribuíram para o zodíaco de 12 signos. Foi apenas durante o período helenístico da astrologia que certos significados e regências planetárias foram atribuídos aos decans. Os decans são mencionados em algumas inscrições egípcias, no Livro de Salomão e em outros tratados herméticos. O astrólogo indiano Varāhamihira e o livro Picatrix associam os decans a certas imagens para propósitos rituais. No Capítulo IV do livro Matheseos, Firmicus Maternus afirma que um planeta em seu próprio decan possui poderes associados de forma equivalente àqueles de seu domicílio. Essa abordagem faz sentido, considerando que os decans deram origem ao zodíaco que conhecemos hoje. Em um nível prático, para delineamento, os decans indicam características físicas do indivíduo, tendências a doenças ou deformidades, bem como traços de comportamento. No livro de 1879 “A descrição das faces e graus do zodíaco”, Raphael faz referência às imagens e significados de todos os decans e graus do zodíaco. #astrologiaclassica #astrologiatradicional #anarodrigues_astrologa
3 semanas ago
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ANA

Meu nome é Ana Rodrigues.
Seja bem vindo!

Sou Astróloga, seguindo uma linha de estudo clássico, que envolve a Astrologia praticada do séc. I ao séc. XVII d.C

Sou graduada em Comunicação Social, e MBA em Marketing pela ESPM, e passei uma parte de minha vida e dedicando aos trabalhos na área do Marketing.

Em 2007 deixei o trabalho em grandes empresas para me dedicar a algo que já estudava desde a década de 90, a Astrologia.

Iniciando em uma abordagem moderna da Astrologia, sentia meu trabalho incompleto, e descobrindo a Astrologia Clássica passei a me aprofundar nas técnicas tradicionais.

Passei pelo Diploma de Astrologia Medieval com astrólogos internacionais, estudo autodidatas, e hoje utilizo exclusivamente técnicas tradicionais em minhas leituras e cursos.

Seja bem vindo ao meu espaço, que é construído com muito carinho e dedicação.

Contato
T : +55 11 9 94961060
Certificações e Estudos

Astronomia e Astrofísica – Universidade Federal SC – BR – 2018

Medieval Astrology – New Library – London – GBR – 2016

Traditional Astrology  – Kepler College – Washington – USA – 2015

Estudos Autodidatas – Desde 1997

Astrologia – GEA – Grupo de Estudos de Astrologia – SP- BR – 1996 a 1997

 

Clientes

Mais de 1.500 leituras de cartas astrológicas realizadas entre 2015 e 2020, para clientes do mundo todo.

Contato