ANA
ASTROLOGIA CLÁSSICA
& VIDA MODERNA
Chegaram as reposições dos livros A Antologia de Vettius Valens e A Grande Introdução de Abu Ma’Shar.
Para adquirir seu livro acesse www.astrologiaclassica.com.br

Duas obras em português, indispensáveis para estudantes de astrologia tradicional.
#astrologia #astrologiaclassica #anarodrigues_astrologa #astrologiatradicional
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1 dia ago
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O bom mesmo é um planeta forte por signo, casa, fase, velocidade, direção e aspectos .
#astrologiaclassica #astrologia #anarodrigues_astrologa #astrologiatradicional
O bom mesmo é um planeta forte por signo, casa, fase, velocidade, direção e aspectos . #astrologiaclassica #astrologia #anarodrigues_astrologa #astrologiatradicional
2 dias ago
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A ideia moderna, mais esotérica, de que os planetas superiores seriam como “oitavas acima” dos planetas inferiores não surgiu do nada. Ela deriva, ainda que de forma indireta, de um pensamento muito mais antigo, apresentado por Abu Maʿšar, e que deriva dos persas e indianos. O que mudou foi a forma de entender essa hierarquia.

Os antigos já falavam de níveis diferentes de atuação dos planetas, mas não em termos simbólicos ou vibracionais. Para eles, os planetas superiores lidam com o que é lento e duradouro — religiões, dinastias, grandes ciclos históricos — porque se movem devagar e seguem o movimento mais amplo do cosmos. Os planetas inferiores, por serem rápidos e próximos da Terra, tratam das coisas curtas, imediatas e mutáveis do dia a dia.

Com o tempo, essa diferença real acabou sendo reinterpretada. Em vez de pensar em camadas de tempo e de movimento, o pensamento esotérico moderno transformou isso numa ideia de repetição: como se os planetas superiores fossem versões “mais altas” dos inferiores, funcionando na mesma lógica, só em outra frequência. A noção de “oitava” nasce justamente dessa tentativa de traduzir uma hierarquia natural em linguagem simbólica.

O Sol, que para os antigos ocupa uma posição intermediária e mediadora, também perdeu esse papel claro nessa releitura. No modelo original, ele conecta o estrutural ao cotidiano, indicando reis, líderes e centros de poder. Na leitura esotérica, essa função de mediação acaba diluída.

Assim, o pensamento esotérico moderno pode ser visto como um desdobramento tardio mas simplificado de uma ideia mais sólida, mas traduz isso de forma equivocada, trocando:

movimento natural → vibração
duração do tempo → frequência
causalidade cósmica → analogia simbólica

Ele percebe que há níveis diferentes de atuação planetária, mas troca a explicação baseada no movimento, no tempo e na causalidade por uma analogia simbólica que, embora intuitiva, não corresponde ao modelo astrológico.

Muito provavelmente isto ocorreu pela fragmentação do conteúdo original. 

#astrologia #astrologiaclassica #anarodrigues_astrologa
A ideia moderna, mais esotérica, de que os planetas superiores seriam como “oitavas acima” dos planetas inferiores não surgiu do nada. Ela deriva, ainda que de forma indireta, de um pensamento muito mais antigo, apresentado por Abu Maʿšar, e que deriva dos persas e indianos. O que mudou foi a forma de entender essa hierarquia. Os antigos já falavam de níveis diferentes de atuação dos planetas, mas não em termos simbólicos ou vibracionais. Para eles, os planetas superiores lidam com o que é lento e duradouro — religiões, dinastias, grandes ciclos históricos — porque se movem devagar e seguem o movimento mais amplo do cosmos. Os planetas inferiores, por serem rápidos e próximos da Terra, tratam das coisas curtas, imediatas e mutáveis do dia a dia. Com o tempo, essa diferença real acabou sendo reinterpretada. Em vez de pensar em camadas de tempo e de movimento, o pensamento esotérico moderno transformou isso numa ideia de repetição: como se os planetas superiores fossem versões “mais altas” dos inferiores, funcionando na mesma lógica, só em outra frequência. A noção de “oitava” nasce justamente dessa tentativa de traduzir uma hierarquia natural em linguagem simbólica. O Sol, que para os antigos ocupa uma posição intermediária e mediadora, também perdeu esse papel claro nessa releitura. No modelo original, ele conecta o estrutural ao cotidiano, indicando reis, líderes e centros de poder. Na leitura esotérica, essa função de mediação acaba diluída. Assim, o pensamento esotérico moderno pode ser visto como um desdobramento tardio mas simplificado de uma ideia mais sólida, mas traduz isso de forma equivocada, trocando: movimento natural → vibração duração do tempo → frequência causalidade cósmica → analogia simbólica Ele percebe que há níveis diferentes de atuação planetária, mas troca a explicação baseada no movimento, no tempo e na causalidade por uma analogia simbólica que, embora intuitiva, não corresponde ao modelo astrológico. Muito provavelmente isto ocorreu pela fragmentação do conteúdo original. #astrologia #astrologiaclassica #anarodrigues_astrologa
1 semana ago
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Se utiliza o retorno de Saturno na Astrologia Tradicional #astrologiaclassica #astrologia #anarodrigues_astrologa #astrologiatradicional #astrología
Se utiliza o retorno de Saturno na Astrologia Tradicional #astrologiaclassica #astrologia #anarodrigues_astrologa #astrologiatradicional #astrología
2 semanas ago
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A palavra zodíaco tem como significado básico “Roda de Animais”, mas para compreendermos o que o zodíaco representa em termos astrológicos, devemos primeiro entender que os sete astros clássicos, do ponto de vista terrestre, se movimentam no céu tendo como plano de fundo certas constelações. Observando sistematicamente, como os antigos faziam, podemos perceber que este planetas se deslocam sempre, seguindo a mesma orientação, o mesmo caminho. Este caminho denominamos de Eclíptica.

A eclíptica é um caminho circular, ou uma faixa ao redor da Terra. O zodíaco é situado ao longo desta faixa da Eclíptica.

Por volta do séc. V aC, os mesopotâmios dividiram esta faixa em 12 partes iguais de 30 graus cada uma, denominada zodíaco, do grego Zoidion. Zoidion significa “figura”, ou “imagem”, sendo visto também como “imagem das constelações.

O zodíaco é gerado pelo movimento do Sol ao longo da eclíptica, pelas 12 partes iguais de 30 graus. Ou pelo movimento do Sol ao redor da Terra, do ponto de vista terrestre. Em outras palavras os 12 signos do zodíaco representam 12 divisões iguais da eclíptica.

Esta faixa zodiacal e suas divisões, os signos são o principal ponto de referência na Astrologia. Nela se mede o movimento, as qualidades e efeitos dos planetas, á medida em que movimentam e perpassam pelos 12 signos.

As várias condições de luz e calor que o Sol expressa ao longo do ano, formam as 4 estações : Primavera, Verão, Outono e Inverno. Entendemos então, que assim como o Zodíaco, as estações também são formadas pelo movimento do Sol, ao longo do ano.

Cada estação é dividida em três partes correspondentes ao início, meio e fim da estação. Ao dividir o zodíaco em três partes, obtemos 12 segmentos, que correspondem aos 12 signos do zodíaco.

Assim, os três primeiros signos associam-se à Primavera: Áries, Touro, Gêmeos. Os três seguintes ao Verão: Câncer, Leão, Virgem, os três adiantes ao Outono: Libra, Escorpiã e Sagítário, e os três finais ao Inverno: Capricórnio,Aquário e Peixes.

Embora estejam subordinados ao temperamento e qulidades primitivas da estação a qual pertence, cada signo apresenta as suas próprias qualidades e modo de ação.

Clique em cada signo para conhecer suas naturezas.

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