ANA
ASTROLOGIA CLÁSSICA
& VIDA MODERNA
Não podemos simplificar a essência da dignidade planetária ao associá-la apenas ao “bom”, enquanto a debilidade é automaticamente interpretada como “mau”.

Um equívoco comum é assumir que um planeta em sua dignidade irá manifestar apenas seus temas positivos, enquanto um planeta em debilidade sempre trará seus aspectos mais desafiadores.

Uma abordagem mais precisa é entender que um planeta sempre representa os mesmos temas, independentemente do signo em que se encontra. Quando em sua dignidade, de acordo com a escala de poder, esses temas podem ser expressos com maior facilidade, mas quando em debilidade, sua expressão pode ser diferente e requerer mais esforço.

Um planeta em seu domicílio está fortalecido, enfrentando os aspectos com outros planetas com maior vigor. Se os aspectos forem difíceis, ele os enfrentará com mais poder; porém, se estiver em sua debilidade, sua resposta será mais branda. O mesmo ocorre com os aspectos harmoniosos, onde um planeta em dignidade pode aproveitar melhor as oportunidades trazidas por outros planetas.

As dificuldades nos temas de um planeta surgem quando ele está em aspecto desafiador com maléficos ou em uma posição cadente. Quando essas situações se combinam, os desafios podem ser ainda mais acentuados.

Para os entusiastas da astrologia tradicional, convido-os a seguir-me aqui no Instagram ou no canal Astrologia Clássica no YouTube, onde oferecemos vídeos exclusivos semanalmente.

#astrologia #astrologiaclassica #astrologiatradicional #anarodrigues_astrologa
Não podemos simplificar a essência da dignidade planetária ao associá-la apenas ao “bom”, enquanto a debilidade é automaticamente interpretada como “mau”. Um equívoco comum é assumir que um planeta em sua dignidade irá manifestar apenas seus temas positivos, enquanto um planeta em debilidade sempre trará seus aspectos mais desafiadores. Uma abordagem mais precisa é entender que um planeta sempre representa os mesmos temas, independentemente do signo em que se encontra. Quando em sua dignidade, de acordo com a escala de poder, esses temas podem ser expressos com maior facilidade, mas quando em debilidade, sua expressão pode ser diferente e requerer mais esforço. Um planeta em seu domicílio está fortalecido, enfrentando os aspectos com outros planetas com maior vigor. Se os aspectos forem difíceis, ele os enfrentará com mais poder; porém, se estiver em sua debilidade, sua resposta será mais branda. O mesmo ocorre com os aspectos harmoniosos, onde um planeta em dignidade pode aproveitar melhor as oportunidades trazidas por outros planetas. As dificuldades nos temas de um planeta surgem quando ele está em aspecto desafiador com maléficos ou em uma posição cadente. Quando essas situações se combinam, os desafios podem ser ainda mais acentuados. Para os entusiastas da astrologia tradicional, convido-os a seguir-me aqui no Instagram ou no canal Astrologia Clássica no YouTube, onde oferecemos vídeos exclusivos semanalmente. #astrologia #astrologiaclassica #astrologiatradicional #anarodrigues_astrologa
5 dias ago
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Oi pra todos!

Estamos enfrentando dificuldades para acessar a plataforma de cursos.

Os desenvolvedores estavam realizando uma atualização grande na plataforma e ocorreu um erro que está impossibilitando o acesso à página do curso.

Os técnicos estão trabalhando para restaurar o acesso, mas enquanto não finalizam temos um endereço alternativo que está disponível nos destaques aqui. 

Peço desculpas pelo inconveniente e conto com sua compreensão.
Oi pra todos! Estamos enfrentando dificuldades para acessar a plataforma de cursos. Os desenvolvedores estavam realizando uma atualização grande na plataforma e ocorreu um erro que está impossibilitando o acesso à página do curso. Os técnicos estão trabalhando para restaurar o acesso, mas enquanto não finalizam temos um endereço alternativo que está disponível nos destaques aqui. Peço desculpas pelo inconveniente e conto com sua compreensão.
7 dias ago
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Hoje me deparei com uma dúvida de um aluno que estava lendo a Antologia de Valens e se sentiu perplexo com uma técnica apresentada no livro IV. Ele não conseguia identificar aquela técnica e os termos utilizados estavam confundindo-o.

A Antologia de Valens não é uma leitura superficial, mas com familiaridade com a linguagem astrológica, é possível reconhecer facilmente o tema.

No texto, Vettius Valens introduz alguns conceitos e recursos que podem esclarecer a técnica da Profecção. Era sobre Profecção que ele estava se referindo!

Entretanto, não se preocupe se não encontrar o termo “Profecção” explicitamente na Antologia. Valens simplesmente a descreve como “transmissões”.

Ele começa mencionando outras duas profecções que, para ele, são tão ou mais importantes do que a do ascendente. Valens afirma que se um planeta luminar na carta natal estiver em uma casa angular, especialmente o luminar da seita (Sol para mapas diurnos e Lua para os noturnos), ele tem influência sobre toda a vida do nativo, sugerindo assim a verificação da profecção.

Seguindo a regra básica de profecção (um signo por ano de vida), podemos identificar várias profecções importantes para um período de um ano, não se limitando apenas à do ascendente.

Valens também introduz os termos “transmissor” e “receptor”. O transmissor é o planeta que rege o signo da profecção durante o período. Por exemplo, se a Profecção do ascendente for em Libra, o transmissor seria Vênus. Ele observa que Vênus recebe a transmissão de Mercúrio (regente do período anterior).

O receptor é um planeta que está no signo da Profecção. Em nosso exemplo, qualquer planeta em Libra seria um receptor durante o período de transmissão de Vênus. Valens sugere que, dependendo das condições do receptor, ele pode ser mais significativo para o período do que o próprio transmissor, assumindo assim uma forma de regente do ano. Quando houver mais de um planeta no signo da profecção, eles seguem uma ordem de recepção.

E, é claro, Valens complica ainda mais o assunto ao introduzir a revolução solar, que pode adicionar regentes ao ano.

#astrologia #astrologiaclassica
Hoje me deparei com uma dúvida de um aluno que estava lendo a Antologia de Valens e se sentiu perplexo com uma técnica apresentada no livro IV. Ele não conseguia identificar aquela técnica e os termos utilizados estavam confundindo-o. A Antologia de Valens não é uma leitura superficial, mas com familiaridade com a linguagem astrológica, é possível reconhecer facilmente o tema. No texto, Vettius Valens introduz alguns conceitos e recursos que podem esclarecer a técnica da Profecção. Era sobre Profecção que ele estava se referindo! Entretanto, não se preocupe se não encontrar o termo “Profecção” explicitamente na Antologia. Valens simplesmente a descreve como “transmissões”. Ele começa mencionando outras duas profecções que, para ele, são tão ou mais importantes do que a do ascendente. Valens afirma que se um planeta luminar na carta natal estiver em uma casa angular, especialmente o luminar da seita (Sol para mapas diurnos e Lua para os noturnos), ele tem influência sobre toda a vida do nativo, sugerindo assim a verificação da profecção. Seguindo a regra básica de profecção (um signo por ano de vida), podemos identificar várias profecções importantes para um período de um ano, não se limitando apenas à do ascendente. Valens também introduz os termos “transmissor” e “receptor”. O transmissor é o planeta que rege o signo da profecção durante o período. Por exemplo, se a Profecção do ascendente for em Libra, o transmissor seria Vênus. Ele observa que Vênus recebe a transmissão de Mercúrio (regente do período anterior). O receptor é um planeta que está no signo da Profecção. Em nosso exemplo, qualquer planeta em Libra seria um receptor durante o período de transmissão de Vênus. Valens sugere que, dependendo das condições do receptor, ele pode ser mais significativo para o período do que o próprio transmissor, assumindo assim uma forma de regente do ano. Quando houver mais de um planeta no signo da profecção, eles seguem uma ordem de recepção. E, é claro, Valens complica ainda mais o assunto ao introduzir a revolução solar, que pode adicionar regentes ao ano. #astrologia #astrologiaclassica
2 semanas ago
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3/4
É realmente comovente testemunhar a situação dos nossos irmãos diante de catástrofes decorrentes das chuvas intensas.

Mas será possível identificar tais eventos por meio da astrologia? A resposta é sim. No entanto, existem recursos bastante específicos para lidar com o tema das chuvas.

Antecipar que as chuvas serão intensas em todo o mundo daqui a 10 anos devido a um trânsito ou eclipse não é uma previsão, tampouco uma profecia. Vivemos em um planeta de diversidade climática, e a longo prazo é quase certo que teremos chuvas intensas em alguma parte do globo.

O ponto de partida são as técnicas da astrologia mundial. Podemos fazer observações precisas nas cartas de lunações, que são técnicas episódicas, abrangendo períodos curtos e calculadas para regiões específicas, ou nas cartas de ingresso. A quantidade de cartas necessárias varia de acordo com o ascendente no Ingresso do Sol em Áries.

Nessas cartas, podemos observar os seguintes aspectos relacionados às chuvas:

Aberturas de portais - aspectos ou conjunções entre planetas inferiores e superiores que têm domicílios opostos (Vênus - Marte, Lua - Saturno, Sol - Saturno, Mercúrio - Júpiter)
Conjunções ou aspectos entre Lua e Júpiter, que indicam aumento das águas
Observação da Parte Árabe das chuvas, as condições do seu regente e sua posição por casa.
Além desses pontos, é possível observar trânsitos específicos para a carta de ingresso, ou eclipses na região. 

Na carta de ingresso do Sol em Áries 2024, duas das condições acima mencionadas aparecem: a quadratura entre Lua e Júpiter e o Lote das Chuvas na casa 6 (infraestrutura). Para identificar a região ou direção cardeal, observamos a triplicidade envolvida. Neste caso, a quadratura Lua a Júpiter em Touro (triplicidade da terra - tipicamente do sul de acordo com Ptolomeu).

O ideal é delimitar o campo de ação, buscar uma técnica para uma localidade ou país específico e não depender apenas de trânsitos amplos sem uma referência da carta. Falei sobre a ocorrência de chuvas acima da média e previsões com a carta do ingresso em meu canal do Youtube. 

Este tipo de recurso está disponível no curso de Astrologia Mundial I na plataforma Aprender Astrologia.”
É realmente comovente testemunhar a situação dos nossos irmãos diante de catástrofes decorrentes das chuvas intensas. Mas será possível identificar tais eventos por meio da astrologia? A resposta é sim. No entanto, existem recursos bastante específicos para lidar com o tema das chuvas. Antecipar que as chuvas serão intensas em todo o mundo daqui a 10 anos devido a um trânsito ou eclipse não é uma previsão, tampouco uma profecia. Vivemos em um planeta de diversidade climática, e a longo prazo é quase certo que teremos chuvas intensas em alguma parte do globo. O ponto de partida são as técnicas da astrologia mundial. Podemos fazer observações precisas nas cartas de lunações, que são técnicas episódicas, abrangendo períodos curtos e calculadas para regiões específicas, ou nas cartas de ingresso. A quantidade de cartas necessárias varia de acordo com o ascendente no Ingresso do Sol em Áries. Nessas cartas, podemos observar os seguintes aspectos relacionados às chuvas: Aberturas de portais - aspectos ou conjunções entre planetas inferiores e superiores que têm domicílios opostos (Vênus - Marte, Lua - Saturno, Sol - Saturno, Mercúrio - Júpiter) Conjunções ou aspectos entre Lua e Júpiter, que indicam aumento das águas Observação da Parte Árabe das chuvas, as condições do seu regente e sua posição por casa. Além desses pontos, é possível observar trânsitos específicos para a carta de ingresso, ou eclipses na região. Na carta de ingresso do Sol em Áries 2024, duas das condições acima mencionadas aparecem: a quadratura entre Lua e Júpiter e o Lote das Chuvas na casa 6 (infraestrutura). Para identificar a região ou direção cardeal, observamos a triplicidade envolvida. Neste caso, a quadratura Lua a Júpiter em Touro (triplicidade da terra - tipicamente do sul de acordo com Ptolomeu). O ideal é delimitar o campo de ação, buscar uma técnica para uma localidade ou país específico e não depender apenas de trânsitos amplos sem uma referência da carta. Falei sobre a ocorrência de chuvas acima da média e previsões com a carta do ingresso em meu canal do Youtube. Este tipo de recurso está disponível no curso de Astrologia Mundial I na plataforma Aprender Astrologia.”
2 semanas ago
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Quase nada é conhecido sobre Claudius Ptolomeu. Sabe-se que ele não era grego e nem sequer era um Ptolomeu (ou seja, ele não estava relacionado com os governantes ptolemaicos). Ele era um astrônomo egípcio, matemático e geógrafo que morava na vizinhança de Alexandria. Pedaços de informações de seus escritos e de comentários de seus contemporâneos são as únicas fontes de informação sobre a vida de Ptolomeu. Ele nasceu no Alto Egito, e alguns dizem que ele era o bibliotecário principal no museu da Biblioteca de Alexandria.

Ptolomeu também se debruçou em outras áreas de estudo. Ele escreveu o livro, Geografia, e criou mapas e latitudes e longitudes. Ele estudou a refração da luz em seu livro, Optica. Além disso, ele estudou harmônicas e escreveu mais um livro descrevendo suas descobertas. No entanto, foi o seu trabalho chamado Tratado Matemático em Quatro Livros, também conhecido como Os Prognósticos Dirigidos a Sirius, que seria a base para a astrologia moderna, tal como é praticada no Ocidente. O nome que usamos para o trabalho de hoje é o Tetrabiblos (grego) ou o Quadrapartitium (latim) que significa “Quatro Livros”. Embora saibamos que Ptolomeu não criou seus métodos de astrologia, reconhecemos sua contribuição como sendo a de orquestrar a massa da tradição estelar oriental em uma exposição organizada e fundamentada. O Tetrabiblos ofereceu uma explicação detalhada do arcabouço filosófico da astrologia, permitindo que seus praticantes respondessem a críticas tanto em termos científicos quanto religiosos.

Não existe uma versão original do Tetrabiblos. Tudo o que resta são traduções e cópias do mesmo, o mais antigo é árabe e data apenas de 900 dC. Eventualmente, as traduções latinas tornaram-se familiares aos europeus. A versão inglesa foi traduzida da dos gregos em 1940. São quatro livros para este trabalho, e cada um trata de um aspecto diferente da astrologia:

O primeiro livro definiu o raciocínio ptolomaico para praticar a astrologia e a astronomia, pois, por essa altura, havia muitos que se opunham à Astrologia. Ele disse que não deve ser abandonado apenas porque existem algumas pessoas que abusam. Este livro também trata dos vários alinhamentos dos planetas, e dos luminares. Ptolomeu descreve em detalhes quais posições são favoráveis ​​e quais não são. Ele também explica os signos, quando eles começaram, e por que.

O segundo livro dos Tetrabiblos descreve a astrologia em relação aos países, mundana. Ptolomeu afirma que os eventos astrológicos dos países e da raça substituem os do indivíduo. Ele detalha quais planetas regem em qual país, e faz a distinção entre signos humanos e signos de animais. Finalmente, Ptolomeu explica como os planetas afetam a Terra. Por exemplo, Saturno associado ao frio, inundações, pobreza e morte. Marte à guerra e secura. Estuda os cometas e as estrelas cadentes como influenciadores de clima.

O terceiro livro abordava o indivíduo. O Tetrabiblos examina a concepção e o nascimento, dizendo que era melhor trabalhar com a data da concepção e que essa data deveria ser conhecida pela observação. Vários fatores importantes foram envolvidos com este aspecto da Astrologia.

O signo que estava ascendendo no momento da concepção, a fase da Lua e os movimentos dos planetas foram todos levados em consideração. A influência dos pais foi mostrada através do Sol e Saturno, enquanto da mãe como Vênus e Lua.

Finalmente, o quarto livro do Tetrabiblos trata de assuntos de ocupação, casamento, filhos, viagens e “casas” do zodíaco. Os ângulos particulares de vários planetas foram usados ​​para calcular estes pontos.

O Tetrabiblos compilou quase todas as obras astrológicas até esse ponto. Apenas algumas modificações foram feitas desde então, e a maior parte   do que sabemos como astrologia vem desse trabalho. Os críticos afirmam que é “tedioso e seco” para ler, e que há algumas contradições nas ideias de Ptolomeu. E dizem também que ele não tomou em consideração a precessão dos equinócios.

Sem dúvida, ele sabia sobre esse fenômeno, uma sobreposição entre signos e constelações que se ampliam ao longo do tempo (cerca de 5 graus por trezentos anos), mas por que ele não examinou ou explicou isso é um mistério.

O signos que estava ascendendo no momento da concepção, a fase da Lua e os movimentos dos planetas foram todos levados em consideração. A influência dos pais foi mostrada através do Sol e Saturno, enquanto da mãe como Vênus e Lua.

Finalmente, o quarto livro do Tetrabiblos trata de assuntos de ocupação, casamento, filhos, viagens e “casas” do zodíaco. Os ângulos particulares de vários planetas foram usados ​​para calcular estes pontos.

O Tetrabiblos compilou quase todas as obras astrológicas até esse ponto. Apenas algumas modificações foram feitas desde então, e a maior parte do que sabemos como astrologia vem desse trabalho. Os críticos afirmam que é “tedioso e seco” para ler, e que há algumas contradições nas ideias de Ptolomeu. E dizem também que ele não tomou em consideração a precessão dos equinócios. Sem dúvida, ele sabia sobre esse fenômeno, uma sobreposição entre signos e constelações que se ampliam ao longo do tempo (cerca de 5 graus por trezentos anos), mas por que ele não examinou ou explicou isso é um mistério.

Após Ptolomeu, muitos astrólogos seguiram. Alguns egípcios notáveis ​​no campo eram Paulo de Alexandria, Hefaísto de Tebas e Palchus. O trabalho de Ptolomeu foi continuado e comentado pelo matemático alexandrino Pappus, o matemático / astrônomo Theon de Alexandria e o matemático grego Proclus, que escreveu uma paráfrase sobre o Tetrabiblos.

Ptolomeu alcançou sua reputação através de sua realização astronômica. Trabalhando a partir de seu observatório, ele catalogou mais de 1000 estrelas (300 das quais foram descobertas recentemente), criou a primeira teoria viável da refração da luz, discutiu as dimensões dos planetas com considerável precisão e fez muitos outros avanços gerais. Seu tratado astronômico, o Almagesto (da frase árabe Al Majesti, “O Maior”) é um manuscrito completo do conhecimento astronômico do mundo clássico. Neste, ele revela sua visão do universo – uma visão que foi adotada e aplicada por seus sucessores durante muitos séculos em toda a Europa medieval. Ptolomeu descreveu um mundo esférico, suspenso livremente no centro do universo, em torno do qual girava a Lua, Mercúrio, Vênus, Sol, Marte, Júpiter e Saturno, respectivamente. Além da órbita de Saturno havia um sólido exterior para o universo, ao qual as estrelas fixas estavam ligadas. A maior parte disso é baseada na filosofia aristotélica, que decretou que os planetas se movem em círculos perfeitos em movimento constante e uniforme. Para fazer a observação concordar e explicar o fenômeno do movimento retrógrado, Ptolomeu desenvolveu a teoria de que os planetas se movem em “epiciclos” circulares ao longo de suas órbitas. Como erros em seu sistema foram trazidos à luz, mais epiciclos foram adicionados para corrigi-los.

Fontes: Campion, N., An Introduction to the History of Astrology, p.35; Institute For the Study of Cycles in World Affairs

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