ANA
ASTROLOGIA CLÁSSICA
& VIDA MODERNA
As recentes notícias sobre o acordo militar Paraguai-EUA e a possível classificação de facções brasileiras como terroristas levantam questionamentos cruciais. Diante desse alerta, o que os céus revelam para o Brasil em 2026, segundo a lente da astrologia mundana tradicional?

Será um cenário intrincado. Com Gêmeos no Ascendente e Mercúrio, seu regente, recém-direto em Peixes, o clima é de acentuada instabilidade. O povo tenderá a vagar por um labirinto de desinformação e incertezas, buscando retomar a clareza após um longo período nebuloso. Como ensina Guido Bonatti, tal debilidade do regente do Ascendente reflete a forte vulnerabilidade da nação. Grande parte dessa confusão, inevitavelmente, gravitará em torno das acirradas disputas eleitorais.

O Sol, regente da Casa 3 (fronteiras e nações vizinhas), posiciona-se na Casa 10 (o governo), mas não brilha sozinho: sofre a conjunção de Saturno. Resgatando Abu Ma’shar, essa dura configuração aponta um governo sob fardos severos, lidando com restrições e pressões externas implacáveis, sobretudo de origem fronteiriça. É o indício claro de uma soberania testada ao limite.

Marte, astro de guerras e militares, localiza-se em Peixes na Casa 9 — domínio do estrangeiro e do direito internacional. Em águas piscianas, a fúria marciana torna-se sutil: as investidas não serão confrontos abertos, mas pressões ideológicas. Longe de uma invasão declarada, o que se projeta é uma vigilância externa opressiva, somada a uma incansável atuação tática de bastidores.

Quanto à Casa 7, lar dos aliados e inimigos declarados, seu regente, Júpiter, encontra-se exaltado em Câncer na Casa 2. Isso revela que os “outros” concentram enorme poder de capital, com interesses cobiçosamente voltados às riquezas brasileiras. O verdadeiro campo de batalha, portanto, desloca-se das trincheiras militares para as mesas de negociação diplomática e econômica.

Em suma, 2026 não reserva ao Brasil uma guerra bélica, mas exigirá estoica resistência institucional e vigilância diplomática contínua. Nossa soberania será duramente provada pelo peso de tratados assimétricos e pela voracidade financeira internacional.
#astrologia #astrologiaclassica
As recentes notícias sobre o acordo militar Paraguai-EUA e a possível classificação de facções brasileiras como terroristas levantam questionamentos cruciais. Diante desse alerta, o que os céus revelam para o Brasil em 2026, segundo a lente da astrologia mundana tradicional? Será um cenário intrincado. Com Gêmeos no Ascendente e Mercúrio, seu regente, recém-direto em Peixes, o clima é de acentuada instabilidade. O povo tenderá a vagar por um labirinto de desinformação e incertezas, buscando retomar a clareza após um longo período nebuloso. Como ensina Guido Bonatti, tal debilidade do regente do Ascendente reflete a forte vulnerabilidade da nação. Grande parte dessa confusão, inevitavelmente, gravitará em torno das acirradas disputas eleitorais. O Sol, regente da Casa 3 (fronteiras e nações vizinhas), posiciona-se na Casa 10 (o governo), mas não brilha sozinho: sofre a conjunção de Saturno. Resgatando Abu Ma’shar, essa dura configuração aponta um governo sob fardos severos, lidando com restrições e pressões externas implacáveis, sobretudo de origem fronteiriça. É o indício claro de uma soberania testada ao limite. Marte, astro de guerras e militares, localiza-se em Peixes na Casa 9 — domínio do estrangeiro e do direito internacional. Em águas piscianas, a fúria marciana torna-se sutil: as investidas não serão confrontos abertos, mas pressões ideológicas. Longe de uma invasão declarada, o que se projeta é uma vigilância externa opressiva, somada a uma incansável atuação tática de bastidores. Quanto à Casa 7, lar dos aliados e inimigos declarados, seu regente, Júpiter, encontra-se exaltado em Câncer na Casa 2. Isso revela que os “outros” concentram enorme poder de capital, com interesses cobiçosamente voltados às riquezas brasileiras. O verdadeiro campo de batalha, portanto, desloca-se das trincheiras militares para as mesas de negociação diplomática e econômica. Em suma, 2026 não reserva ao Brasil uma guerra bélica, mas exigirá estoica resistência institucional e vigilância diplomática contínua. Nossa soberania será duramente provada pelo peso de tratados assimétricos e pela voracidade financeira internacional. #astrologia #astrologiaclassica
9 horas ago
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1/4
Hoje, ao acompanhar as notícias sobre o escândalo do Banco Master, não pude deixar de recorrer aos clássicos. Enquanto o mundo moderno se choca com fraudes bilionárias e “erros” de contabilidade, os mestres da Astrologia Tradicional já haviam mapeado a anatomia da corrupção há mais de mil anos.

Quando mergulhamos em autores como Abu Ma’shar, Guido Bonatti e William Lilly, percebemos que a ganância e o engano seguem assinaturas celestes muito específicas nas cartas de ingresso do Sol em Áries. Encontrei 4 pontos importantes sobre o tema:

 1. A Contabilidade Criativa (Abu Ma’shar):
No século IX, Abu Ma’shar já alertava em Flores Astrologicae, que é uma parte do Kitāb Taḥāwīl Sinī al-ʿĀlam: se Mercúrio (o regente do comércio e dos registros) estiver sob os raios do Sol ou retrógrado no ingresso do ano, os “escribas e mercadores agirão com falsidade”. O resultado? Erros propositais em livros de contas e registros financeiros. É a descrição perfeita da maquiagem de balanço que precede o colapso.

 2. O Dreno do Tesouro (Guido Bonatti):
Bonatti, era implacável. No seu Liber Astronomiae, ele explica que se o regente da Casa 2 (o dinheiro) estiver na Casa 12 (as perdas, o que é oculto), ou se o regente da Casa 8 afligir a 2, o dinheiro do povo será consumido por fraudes e impostos injustos. É o capital que “derrete” nos bastidores por má gestão ou má fé.

 3. A Destruição do Crédito (William Lilly):
No século XVII, Lilly aplicava esses princípios à economia das nações. Ele associava planetas maléficos (Saturno e Marte) na 8ª casa à “destruição do crédito público e à falência de bancos”. Para ele, não é apenas má sorte, mas o resultado de “traição e estratagemas astutos”.

 4. A Corrupção na Origem (Dasturiya):
Uma técnica citada por Abu Ma’shar é a Dasturiya (o planeta que nasce imediatamente antes do Sol). Se esse planeta estiver debilitado ou for um maléfico em péssimo estado, a “centelha” daquela instituição ou governo já nasce corrompida. É um vício de origem que, mais cedo ou mais tarde, vem à tona.

Quando o céu sinaliza o engano, a queda não é uma possibilidade — é uma consequência matemática.
Hoje, ao acompanhar as notícias sobre o escândalo do Banco Master, não pude deixar de recorrer aos clássicos. Enquanto o mundo moderno se choca com fraudes bilionárias e “erros” de contabilidade, os mestres da Astrologia Tradicional já haviam mapeado a anatomia da corrupção há mais de mil anos. Quando mergulhamos em autores como Abu Ma’shar, Guido Bonatti e William Lilly, percebemos que a ganância e o engano seguem assinaturas celestes muito específicas nas cartas de ingresso do Sol em Áries. Encontrei 4 pontos importantes sobre o tema:  1. A Contabilidade Criativa (Abu Ma’shar): No século IX, Abu Ma’shar já alertava em Flores Astrologicae, que é uma parte do Kitāb Taḥāwīl Sinī al-ʿĀlam: se Mercúrio (o regente do comércio e dos registros) estiver sob os raios do Sol ou retrógrado no ingresso do ano, os “escribas e mercadores agirão com falsidade”. O resultado? Erros propositais em livros de contas e registros financeiros. É a descrição perfeita da maquiagem de balanço que precede o colapso.  2. O Dreno do Tesouro (Guido Bonatti): Bonatti, era implacável. No seu Liber Astronomiae, ele explica que se o regente da Casa 2 (o dinheiro) estiver na Casa 12 (as perdas, o que é oculto), ou se o regente da Casa 8 afligir a 2, o dinheiro do povo será consumido por fraudes e impostos injustos. É o capital que “derrete” nos bastidores por má gestão ou má fé.  3. A Destruição do Crédito (William Lilly): No século XVII, Lilly aplicava esses princípios à economia das nações. Ele associava planetas maléficos (Saturno e Marte) na 8ª casa à “destruição do crédito público e à falência de bancos”. Para ele, não é apenas má sorte, mas o resultado de “traição e estratagemas astutos”.  4. A Corrupção na Origem (Dasturiya): Uma técnica citada por Abu Ma’shar é a Dasturiya (o planeta que nasce imediatamente antes do Sol). Se esse planeta estiver debilitado ou for um maléfico em péssimo estado, a “centelha” daquela instituição ou governo já nasce corrompida. É um vício de origem que, mais cedo ou mais tarde, vem à tona. Quando o céu sinaliza o engano, a queda não é uma possibilidade — é uma consequência matemática.
1 dia ago
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Na Astrologia Tradicional, existe uma doutrina que associa as grandes religiões e sistemas de crença aos movimentos do céu. Esta é uma das contribuições mais intrigantes de Abu Ma’shar (787-886 d.C.) Segundo a visão dele:

Saturno (Tradição e Lei Antiga): Associado ao Judaísmo. Como planeta da estrutura, do tempo e da persistência, Saturno reflete a ênfase na Torá, nos mandamentos rigorosos e na preservação de uma herança ancestral imutável.

Júpiter (Expansão e Fé): Ligado ao Islã. Sendo o “Grande Benéfico” e o planeta da lei divina e da justiça, Júpiter representa o crescimento vibrante, a expansão espiritual e a ênfase na submissão a Deus e na comunidade (Ummah).

Marte (Força e Conquista): Associado a sistemas de crença caldeus mais antigos ou religiões que se estabeleceram pela força e pelo espírito guerreiro. É o planeta da ação decisiva e do fervor combativo.

Sol (Autoridade e Império): Representa o culto à soberania e aos governantes. Reflete as religiões estatais onde o poder espiritual e o temporal se fundem na figura do monarca.

Vênus (Beleza e Devoção): Ligada a cultos que enfatizam a estética, as artes e os prazeres sensoriais. É a fé que encontra o divino através da harmonia, do amor e da celebração da vida.

Mercúrio (O Logos e a Palavra): Associado ao Cristianismo. Esta ligação deve-se à centralidade do “Verbo” (Logos), à disseminação da fé através da pregação (comunicação) e à complexidade das disputas teológicas e doutrinárias.

Lua (Mutabilidade e o Povo): Representa as religiões de caráter popular, folclórico e adaptável. Como a Lua muda de fase, esses cultos costumam ser fluídos e profundamente ligados às massas e aos ritmos da natureza.

A visão de Abu Ma’shar não é apenas uma curiosidade histórica. Ela nos lembra que, para os antigos, a Astrologia era a ferramenta máxima para compreender não apenas o indivíduo, mas o destino das civilizações. Ao observar os céus, eles buscavam a ordem por trás dos grandes movimentos da humanidade.

Como você encaixaria as religiões atuais nesta visão? 

#astrologia #astrologiaclassica #anarodrigues_astrologa
Na Astrologia Tradicional, existe uma doutrina que associa as grandes religiões e sistemas de crença aos movimentos do céu. Esta é uma das contribuições mais intrigantes de Abu Ma’shar (787-886 d.C.) Segundo a visão dele: Saturno (Tradição e Lei Antiga): Associado ao Judaísmo. Como planeta da estrutura, do tempo e da persistência, Saturno reflete a ênfase na Torá, nos mandamentos rigorosos e na preservação de uma herança ancestral imutável. Júpiter (Expansão e Fé): Ligado ao Islã. Sendo o “Grande Benéfico” e o planeta da lei divina e da justiça, Júpiter representa o crescimento vibrante, a expansão espiritual e a ênfase na submissão a Deus e na comunidade (Ummah). Marte (Força e Conquista): Associado a sistemas de crença caldeus mais antigos ou religiões que se estabeleceram pela força e pelo espírito guerreiro. É o planeta da ação decisiva e do fervor combativo. Sol (Autoridade e Império): Representa o culto à soberania e aos governantes. Reflete as religiões estatais onde o poder espiritual e o temporal se fundem na figura do monarca. Vênus (Beleza e Devoção): Ligada a cultos que enfatizam a estética, as artes e os prazeres sensoriais. É a fé que encontra o divino através da harmonia, do amor e da celebração da vida. Mercúrio (O Logos e a Palavra): Associado ao Cristianismo. Esta ligação deve-se à centralidade do “Verbo” (Logos), à disseminação da fé através da pregação (comunicação) e à complexidade das disputas teológicas e doutrinárias. Lua (Mutabilidade e o Povo): Representa as religiões de caráter popular, folclórico e adaptável. Como a Lua muda de fase, esses cultos costumam ser fluídos e profundamente ligados às massas e aos ritmos da natureza. A visão de Abu Ma’shar não é apenas uma curiosidade histórica. Ela nos lembra que, para os antigos, a Astrologia era a ferramenta máxima para compreender não apenas o indivíduo, mas o destino das civilizações. Ao observar os céus, eles buscavam a ordem por trás dos grandes movimentos da humanidade. Como você encaixaria as religiões atuais nesta visão?  #astrologia #astrologiaclassica #anarodrigues_astrologa
2 dias ago
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3/4
A história da astrologia, em sua maioria contada por vozes masculinas, escondeu por séculos o papel fundamental de mulheres que não apenas praticaram, mas também inovaram e influenciaram profundamente essa arte milenar. 

Do período helenístico ao Renascimento, elas foram mestras, conselheiras e visionárias, desafiando as normas de suas épocas.

Este não é um relato de “curiosidades”, mas um reconhecimento de linhagem:

Heliodora (Séc. II-III, Egito): 
Descoberta recentemente em uma lápide no Egito como matematike. Isto no século II significa que ela dominava o uso de efemérides e tábuas de ascensão, algo que exigia anos de estudo formal, desmistificando a ideia de que a mulher na antiguidade só praticava uma “astrologia intuitiva”.


Princesa Buran (Séc. IX, Bagdá): 
No auge da era de ouro da astrologia árabe, Buran era uma autoridade na corte abássida. O episódio mais conhecido de Buran é um exemplo clássico de astrologia horária. Ela usou o céu do momento para identificar um perigo oculto ao califa. Isso mostra que, no Califado Abássida, o conhecimento astrológico era uma ferramenta de inteligência de Estado, e Buran estava no centro dessa engrenagem.


Mariam al-Astrulabi (Séc. X, Síria): 
A prática da astrologia exige precisão instrumental. Mariam foi a arquiteta dessa precisão, desenvolvendo astrolábios complexos que permitiam aos astrólogos de sua época determinar o Ascendente e as cúspides das casas com rigor matemático.


Maria Cunitz (Séc. XVII, Silésia): 
Ela não apenas “simplificou” Kepler; ela corrigiu erros de cálculo nas tábuas originais. Seu livro Urania Propitia foi escrito em latim e alemão para que o conhecimento não ficasse restrito à elite acadêmica masculina. Ela era uma ponte entre a astronomia de observação e a prática astrológica de gabinete.


Revisitar esses nomes é compreender que a tradição astrológica é uma tapeçaria tecida por muitas mãos. O rigor técnico e a perspicácia interpretativa nunca foram restritos por gênero, mas pela dedicação ao estudo dos astros.

Qual dessas figuras ressoa mais com a sua forma de estudar a tradição? Eu adoro Buran!

#astrologia #astrologiaclassica #anarodrigues_astrologa #mulheresnaastrologia
A história da astrologia, em sua maioria contada por vozes masculinas, escondeu por séculos o papel fundamental de mulheres que não apenas praticaram, mas também inovaram e influenciaram profundamente essa arte milenar. Do período helenístico ao Renascimento, elas foram mestras, conselheiras e visionárias, desafiando as normas de suas épocas. Este não é um relato de “curiosidades”, mas um reconhecimento de linhagem: Heliodora (Séc. II-III, Egito):  Descoberta recentemente em uma lápide no Egito como matematike. Isto no século II significa que ela dominava o uso de efemérides e tábuas de ascensão, algo que exigia anos de estudo formal, desmistificando a ideia de que a mulher na antiguidade só praticava uma “astrologia intuitiva”. Princesa Buran (Séc. IX, Bagdá):  No auge da era de ouro da astrologia árabe, Buran era uma autoridade na corte abássida. O episódio mais conhecido de Buran é um exemplo clássico de astrologia horária. Ela usou o céu do momento para identificar um perigo oculto ao califa. Isso mostra que, no Califado Abássida, o conhecimento astrológico era uma ferramenta de inteligência de Estado, e Buran estava no centro dessa engrenagem. Mariam al-Astrulabi (Séc. X, Síria):  A prática da astrologia exige precisão instrumental. Mariam foi a arquiteta dessa precisão, desenvolvendo astrolábios complexos que permitiam aos astrólogos de sua época determinar o Ascendente e as cúspides das casas com rigor matemático. Maria Cunitz (Séc. XVII, Silésia):  Ela não apenas “simplificou” Kepler; ela corrigiu erros de cálculo nas tábuas originais. Seu livro Urania Propitia foi escrito em latim e alemão para que o conhecimento não ficasse restrito à elite acadêmica masculina. Ela era uma ponte entre a astronomia de observação e a prática astrológica de gabinete. Revisitar esses nomes é compreender que a tradição astrológica é uma tapeçaria tecida por muitas mãos. O rigor técnico e a perspicácia interpretativa nunca foram restritos por gênero, mas pela dedicação ao estudo dos astros. Qual dessas figuras ressoa mais com a sua forma de estudar a tradição? Eu adoro Buran! #astrologia #astrologiaclassica #anarodrigues_astrologa #mulheresnaastrologia
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