ANA
ASTROLOGIA CLÁSSICA
& VIDA MODERNA
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3 dias ago
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O trânsito de Marte em Sagitário coloca o planeta da guerra e do conflito em um signo onde não possui dignidade essencial. Em terra estrangeira, Marte torna-se irregular: o fogo mutável de Sagitário dispersa sua força, tornando-o mais ruidoso e inclinado ao excesso.

Com o Sol igualmente em Sagitário, Marte começa a entrar sob os raios solares, caminhando para a combustão. Nesta condição, perde clareza e distinção; age a partir de um ponto cego. A combustão acrescenta ainda mais calor à natureza já quente de Marte, e o signo de Sagitário, também ígneo, amplifica essa secura e impetuosidade.

O resultado é um período marcado por ansiedade, imprudência e arroubos, nos quais o julgamento falha e a impulsividade governa. A tradição assinala, para configurações semelhantes, aumento de:

desordem e conflitos estridentes,
movimentos apressados e temerários,
exagero e disputas inflamadas,
acidentes ligados a fogo, velocidade, quedas e fraturas,
ocorrências envolvendo armas ou instrumentos cortantes.

Assim, Marte, invisível ao olhar por estar próximo ao Sol, age como chama que se expande sem direção: intensa, rápida e difícil de conter.

Enquanto Júpiter está em Câncer, ele segura um pouco, mas está retrógrado.

#astrologiaclassica #anarodrigues_astrologa
O trânsito de Marte em Sagitário coloca o planeta da guerra e do conflito em um signo onde não possui dignidade essencial. Em terra estrangeira, Marte torna-se irregular: o fogo mutável de Sagitário dispersa sua força, tornando-o mais ruidoso e inclinado ao excesso. Com o Sol igualmente em Sagitário, Marte começa a entrar sob os raios solares, caminhando para a combustão. Nesta condição, perde clareza e distinção; age a partir de um ponto cego. A combustão acrescenta ainda mais calor à natureza já quente de Marte, e o signo de Sagitário, também ígneo, amplifica essa secura e impetuosidade. O resultado é um período marcado por ansiedade, imprudência e arroubos, nos quais o julgamento falha e a impulsividade governa. A tradição assinala, para configurações semelhantes, aumento de: desordem e conflitos estridentes, movimentos apressados e temerários, exagero e disputas inflamadas, acidentes ligados a fogo, velocidade, quedas e fraturas, ocorrências envolvendo armas ou instrumentos cortantes. Assim, Marte, invisível ao olhar por estar próximo ao Sol, age como chama que se expande sem direção: intensa, rápida e difícil de conter. Enquanto Júpiter está em Câncer, ele segura um pouco, mas está retrógrado. #astrologiaclassica #anarodrigues_astrologa
3 dias ago
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Segundo Abu Maʿshar, para conhecer a condição de cada mês do ano é preciso levantar o tema da Lua quando ela retorna ao mesmo grau que ocupava na Revolução do Ano. Esse retorno é chamado de revolução mensal.

A análise da revolução mensal deve seguir os mesmos princípios usados na Revolução Solar.

A chamada “revolução lunar”, conhecida pelos astrólogos modernos, já era utilizada pelos autores persas, mas com uma diferença importante: ela não era interpretada de forma isolada. A revolução mensal só tem sentido quando lida em conjunto com a Revolução do Ano, funcionando como seu desdobramento e detalhamento.

Há mais maneiras de desenrolar a revolução solar para períodos menores do ano, como os trânsitos sobre os planetas anuais, as direções do ascendente pela carta anual, e os quadrantes para os períodos trimestrais.

#astrologia #anarodrigues_astrologa #astrologiaclassica
Segundo Abu Maʿshar, para conhecer a condição de cada mês do ano é preciso levantar o tema da Lua quando ela retorna ao mesmo grau que ocupava na Revolução do Ano. Esse retorno é chamado de revolução mensal. A análise da revolução mensal deve seguir os mesmos princípios usados na Revolução Solar. A chamada “revolução lunar”, conhecida pelos astrólogos modernos, já era utilizada pelos autores persas, mas com uma diferença importante: ela não era interpretada de forma isolada. A revolução mensal só tem sentido quando lida em conjunto com a Revolução do Ano, funcionando como seu desdobramento e detalhamento. Há mais maneiras de desenrolar a revolução solar para períodos menores do ano, como os trânsitos sobre os planetas anuais, as direções do ascendente pela carta anual, e os quadrantes para os períodos trimestrais. #astrologia #anarodrigues_astrologa #astrologiaclassica
2 semanas ago
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Vivemos uma época em que, paradoxalmente, a astrologia se tornou onipresente e, ao mesmo tempo, diluída até quase perder o sabor. Nas redes sociais, onde tudo deve caber em quinze segundos e parecer simples, a tradição milenar que exigia estudo, contemplação e método foi convertida em slogans motivacionais e previsões genéricas. A antiga arte de observar o céu — que por séculos foi linguagem filosófica, técnica e espiritual — tornou-se entretenimento rápido.

O problema, porém, não repousa apenas na forma como muitos astrólogos se apresentam, mas também na forma como o público consome. Em ambos os lados cria-se um ciclo vicioso: o profissional, seduzido por curtidas e seguidores, adapta-se ao algoritmo como quem renegocia seus princípios; o receptor, acostumado ao consumo instantâneo, perde o discernimento e passa a acreditar que o astrólogo deve compreender, prever e antecipar cada evento do mundo apenas olhando um trânsito.

Essa expectativa infantiliza a prática e ridiculariza a tradição. 

Simultaneamente, quem busca informação já não sabe discernir. Acostumou-se a seguir perfis que apenas repetem frases prontas e perde a capacidade de identificar um trabalho enraizado em método. Passa a exigir certezas absolutas, como se a astrologia fosse meteorologia divina. Quando eventos não correspondem às expectativas, culpa-se a arte — não a ignorância com que foi usada.

A realidade é que o céu não mudou. O problema é terrestre: falta estudo, ética e humildade. A tradição não é museu; é referência. E, sem ela, não há distinção entre astrologia e entretenimento.
É necessário recuperar o rigor.

Se a astrologia deve sobreviver como arte nobre — e não como modismo descartável — precisamos reeducar tanto quem ensina quanto quem consome. Exige-se coragem para dizer “não sei”, maturidade para reconhecer limites, e ousadia para voltar às fontes. Só assim resgataremos a dignidade do ofício.

A tradição não necessita de aplausos — apenas de praticantes honestos.

#astrologiaclassica #anarodrigues_astrologa
Vivemos uma época em que, paradoxalmente, a astrologia se tornou onipresente e, ao mesmo tempo, diluída até quase perder o sabor. Nas redes sociais, onde tudo deve caber em quinze segundos e parecer simples, a tradição milenar que exigia estudo, contemplação e método foi convertida em slogans motivacionais e previsões genéricas. A antiga arte de observar o céu — que por séculos foi linguagem filosófica, técnica e espiritual — tornou-se entretenimento rápido. O problema, porém, não repousa apenas na forma como muitos astrólogos se apresentam, mas também na forma como o público consome. Em ambos os lados cria-se um ciclo vicioso: o profissional, seduzido por curtidas e seguidores, adapta-se ao algoritmo como quem renegocia seus princípios; o receptor, acostumado ao consumo instantâneo, perde o discernimento e passa a acreditar que o astrólogo deve compreender, prever e antecipar cada evento do mundo apenas olhando um trânsito. Essa expectativa infantiliza a prática e ridiculariza a tradição. Simultaneamente, quem busca informação já não sabe discernir. Acostumou-se a seguir perfis que apenas repetem frases prontas e perde a capacidade de identificar um trabalho enraizado em método. Passa a exigir certezas absolutas, como se a astrologia fosse meteorologia divina. Quando eventos não correspondem às expectativas, culpa-se a arte — não a ignorância com que foi usada. A realidade é que o céu não mudou. O problema é terrestre: falta estudo, ética e humildade. A tradição não é museu; é referência. E, sem ela, não há distinção entre astrologia e entretenimento. É necessário recuperar o rigor. Se a astrologia deve sobreviver como arte nobre — e não como modismo descartável — precisamos reeducar tanto quem ensina quanto quem consome. Exige-se coragem para dizer “não sei”, maturidade para reconhecer limites, e ousadia para voltar às fontes. Só assim resgataremos a dignidade do ofício. A tradição não necessita de aplausos — apenas de praticantes honestos. #astrologiaclassica #anarodrigues_astrologa
4 semanas ago
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Jean Baptiste Morin de Villefranche (1583 – 1656), o maior e mais famoso de todos os astrólogos franceses.

As ideias de Morin fornecem a filosofia básica para muitos praticantes franceses e espanhóis contemporâneos. Infelizmente para ele, a influência finalmente alcançada por seu trabalho monumental que levou mais de 30 anos para ser concluído veio muito depois de sua morte. Escrito no estilo acadêmico do latim esperado em sua época, seria publicado postumamente em 1661, e praticamente intocado por séculos.

Morin nasceu em 22 de fevereiro de 1583, 8:28:40 Tempo Universal (retificado), em Villefranche, França. Parece que ele nasceu em uma família razoavelmente rica. Ele foi bem educado e formado em medicina (1613) e, provavelmente, em filosofia. Desenvolveu um sistema de medida de longitude baseado na posição da Lua pela qual ele sentia que estava privado de crédito apropriado, e recompensa monetária (mais tarde dada a ele). O sistema, embora teoricamente sólido, exigia instrumentos de precisão que não existiam em sua época.

Morin acreditava que a lógica disciplinada poderia produzir um sistema astrológico que forneceria resultados concretos quando aplicado com rigor.

A base de sua astrologia é a natureza. A técnica astrológica que não utilizava os movimentos naturais dos planetas, seja por movimento diurno ou zodiacal, não poderia estar correta. Ele rejeitou a associação com a mitologia como a fonte dos significados dos planetas. A fonte de todo o poder era o ‘primum mobile’ (também traduzido como primum caelum em uma das traduções do volume 21). Esta é a esfera cristalina mais distante à qual os signos do zodíaco estão presos e fixos. Os signos derivam sua influência do primum mobile imutável. Pense na luz passando por um prisma e tornando-se 12 “cores” ou influências. Os planetas derivam seus significados dos signos que eles governam. Esses significados são fixos e imutáveis, mas são unidos aos signos conforme os planetas passam por eles. Essas influências combinadas são enviadas à Terra e aplicadas universalmente a todos e tudo mais, mas a influência é modificada pela influência das casas mundanas e, assim, adaptada ao indivíduo ou evento.

Pelos padrões de hoje, ele é um astrólogo tradicional. Em seus dias, ele era um reformador. Ele desafiou a astrologia de Ptolomeu e outros. Ele fez mudanças nas coisas que ofendiam sua razão.

As mudanças de Morin são muitas vezes bastante lógicas, se faltam precedentes. Por exemplo, depois de eliminar os termos e as faces, ele altera as regras de triplicidade.

Morin tinha um dom para amarrar as coisas de uma maneira perfeitamente racional. Hoje, alguns de seus numerosos adeptos incorporaram os planetas exteriores ao seu sistema. Muitos astrólogos se beneficiam de seu pensamento sem o saber, já que até mesmo seus professores desconhecem sua influência.

Obras

Astrologica Gallica

The Cabal of the Twelve Houses Astrological

Fontes:

Refutation of Astrology. Part 1: History and Background,” in Culture and Cosmos, Vol. 5, No. 1, Spring/Summer 2001

George, Demetra , “Manuel I Komnenos and Michael Glykas: A Twelfth-Century Defence and Refutation of Astrology. Part 1: History and Background,” in Culture and Cosmos, Vol. 5, No. 1, Spring/Summer 2001

Comments

  • Fernando Guimaraes

    Obrigado

    04/01/2022
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